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Sistema educacional em nosso país

 

Percebemos que a reforma do sistema  educacional no nosso país precisa passar por melhoras nas condições de trabalho e de salário para os profissionais da educação.

Estudos feitos através da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, a União vem destinando menos recursos a estados e municípios, do que o determinado por lei.
 Os dois ministros da educação, em pouco mais de um ano de governo alegaram a falta de recursos para a reforma na educação. Isso não será  possível por meio do aumento da carga tributária.
 Segundo Gabriel Chalita, Secretario da Educação do Estado de São Paulo , temos declarações feitas, como mais uma prova de que a educação não é prioritária para o governo. O conceito sobre a educação no Brasil mudou. É imprescindível que a reforma do sistema educacional brasileiro  precisa passar por melhoras nas condições de trabalho e de salário para os profissionais da educação. A qualidade na educação e a valorização dos profissionais da educação são metas inquestionáveis e urgentes.

Concluímos que o sistema educacional em nosso país apresenta muitas falhas, mas acreditamos que com o empenho de bons políticos ele vira a melhorar.



- Postado por: L&T! & C&L@h!!!!!!!! às 11h00
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Avril Lavigne

Unwanted

All they did was walk over
Start off my shaking your hands
That's how it went
I had a smile on my face and I sat up straight
Oh yeah, yeah
I wanted to know you
I wanted to show you

[chorus]
You don't know me
Don't ignore me
You don't want me there
You just shut me out
You don't know me
Don't ignore me
If you had your way
You'd just shut me out
Make me go away

No, I just don't understand why
You won't talk to me
It hurts
Until I'm wanted for nothing
Don't talk words against me
I wanted to know you
I wanted to show you

[chorus]

Make me go away
I tried to be long
It didn't seem wrong
My head aches
Its been so long
I write this song
Thats what it takes

[chorus] (2x)

Make me go away
Make me go away



- Postado por: L&T! & C&L@h!!!!!!!! às 19h48
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Cursos profissionalizantes versus Cursos universitários


Acreditamos que diante da tecnologia imposta em nosso país, que ocupa cada
vez mais o espaço do homem, será necessária uma revolução na era da
informação. Em nossa opinião, as mudanças no currículo do Mec causarão
mudanças na metodologia de ensino das universidades, que usarão de um ensino
profissionalizante.

                                          By Leti e Celah



- Postado por: L&T! & C&L@h!!!!!!!! às 14h01
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A eutanásia pode ser considerada um direito individual?

Para nós a eutanásia deveria ser vista como um direito individual. A pessoa que possui doenças terminais, depois de ser avaliada por diferentes médicos e for constatada a impossibilidade de cura, deve escolher entre a vida ou a morte, sem precisar da autorização de familiares, pois estes podem ter interesse na morte do paciente devido à herança e outros benefícios.

                                        By Leti e Celah



- Postado por: L&T! & C&L@h!!!!!!!! às 16h11
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O voto facultativo


É importante trazer à luz o debate de um tema freqüentemente negligenciado no Brasil: o voto facultativo. Abordá-lo antes de concluídas as eleições de outubro poderia ser confundido com algum julgamento do mérito dos candidatos, o que não é o caso Sua defesa é bandeira antiga do PSDB.
Um país só pode se considerar uma democracia madura quando não precisa exigir da sociedade um referendo retórico a esse estado de coisas. Os que defendem o voto obrigatório são tão preconceituosos quanto os que julgam que o brasileiro vota mal. Sustenta-se que é necessário obrigar o cidadão mais pobre a votar porque, do contrário, ele não sairia de casa. Porque testemunharíamos sufrágios de representantes da elite econômica. É como dizer: o povo tem de ser obrigado a votar porque, do contrário, não se sentirá impedido a fazê-lo.
Enganam-se os que pensam assim. Num sufrágio em que o voto fosse facultativo, muito provavelmente as mais altas taxas de abstenção (proporcionalmente falando ) se concentrariam entre os mais favorecidos, tanto econômico quanto intelectualmente. A eleição se tornaria, então, mais depurada no sentido de que daria voz aos menos favorecidos, e que mais precisam se fazer ouvir. Contribuiria, assim, para aprimorar a qualidade do político e do exercício do jogo político. Se o eleitor sai de casa, sem ser obrigado, para sufragar determinado candidato, a probabilidade desse candidato merecer tal voto é inegavelmente maior do que a de quem foi eleito porque realizou campanha milionária mas não tem grandes projetos a apresentar.
Outro argumento em favor do voto facultativo é que também se engana quem acha que votam hoje no Brasil 160 milhões de cidadãos. Nas últimas eleições, os brasileiros em condições de voto eram 106 milhões. Destes, compareceram às urnas 83,2 milhões. É importante analisar como se distribui o voto depois que sai das urnas. Pouca gente pensa nisso, mas a análise é da maior relevância. Em 1994, os brasileiros em condições de tomar parte do pleito não chegaram a 95 milhões. Nesse mesmo ano, 52% não votaram nas eleições parlamentares. Isso eliminou mais 49 milhões de pessoas. Dentre os 48% restantes, uma pesquisa do cientista político Renato Lessa, citada à época em artigo de Marcos Sá Corrêa, mostrou que 20 milhões de votos foram para candidatos derrotados, ou se viram "transferidos" para os candidatos mais votados. Conclusão: 63% dos eleitores não "elegeram" seus representantes na penúltima legislatura federal. Noutras palavras: os 513 deputados eleitos em 1994 o foram por não mais do que 26 milhões de brasileiros. Para os otimistas, foi um avanço, já que Prudente de Morais, primeiro presidente civil, foi eleito com 276.000 votos. Há 50 anos, 26% dos brasileiros votaram. Hoje são 64%. Outro avanço, não há dúvida. Em números absolutos, democratizamos o acesso ao voto, o que inclui a incorporação do voto do analfabeto e do menor de 18 anos. Mas o avanço em termos de representatividade ainda deixa a desejar, conforme atesta a pesquisa citada.
Formulando de outro modo: obrigar a votar não produz representatividade. Não produz sequer maior legitimidade do que a obtida em cenário de voto facultativo.
Os Estados Unidos costumam induzir as pessoas a um equívoco muito comum - o de que o voto facultativo está associado a não comparecimento às urnas. Foi muito comentado que, nas eleições presidenciais norte-americanas anteriores, mais da metade da população ficou em casa. É importante chamar atenção para duas coisas. A primeira é que, nem por isso, o presidente eleito assumiu com menos legitimidade ou a democracia foi arranhada. Uma segunda observação é que nos Estados Unidos estão longe de ser a única nação em que se pratica o voto facultativo. Na Itália ele é praticado, e a média de comparecimento é de 82%. Na Alemanha, de 78,9%. Na Inglaterra, de 77,7%. Na Espanha, de 77,5%. Os exemplos são muitos, e incluem países como França, Rússia, Israel, África do Sul, Japão e até Venezuela.
Outra reflexão se faz necessária tendo em vista o pleito de 1998 no Brasil. Nas últimas eleições presidenciais, 8,03% votaram em branco e 10,67% anularam seus votos. Pergunta-se: que falta fariam esses 18,7% ao processo eleitoral? Não seria melhor se ficassem em suas casas, lendo um bom livro ou assistindo a televisão?
Os partidos políticos brasileiros foram obrigados a despender recursos em torno de R$ 401 milhões para financiar as campanhas de seus candidatos em 1998. Se esse número é dividido pelo total de brasileiros capacitados a comparecer às urnas (pouco mais de 106 milhões, citados anteriormente), seria apurado custo de R$ 3,78 por cidadão. Se os 15,5 milhões que votaram em branco ou anularam seus votos não tivessem sido obrigados a votar, seria registrada economia de R$ 58,5 milhões.
Por todos os motivos, é chegado o momento de olhar com atenção para o voto facultativo. É consenso que necessitamos de ampla reforma política, com discussão de temas como voto distrital, fidelidade partidária e financiamento de campanhas. A agenda de aprimoramento do sistema político-eleitoral deve passar a contemplar um direito a mais: o de não votar. Os que decidirem exercer o voto certamente o farão com mais consciência. E acrescentarão, ao invés de subtrair, representatividade e qualidade ao ato de votar.

Jornal do Brasil - 14 / nov. / 2000.



- Postado por: L&T! & C&L@h!!!!!!!! às 13h42
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Musica prah variah...meu vício huahuahu...

Ira! - Girassol

Eu tento me erguer ás próprias custas
E caio sempre nos seus braços
Um pobre diabo é quem sou
Um girassol sem sol
Um navio sem direção
Apenas a lembrança do seu sermão
Você é meu sol, um metro e sessenta e cinco de sol
E quase o ano inteiro os dias foram noites,
Noites para mim
Meu sorriso se foi
Minha canção também
E eu jurei por Deus não morrer por amor
E continuar a viver
Como eu sou um girassol, você é meu sol
Morro de amor e vivo por ai
E nem um santo tem pena de mim
Sou apenas um frágil cristal
Um pobre diabo que não sabe esquecer
Que não sabe esquecer
 Como eu sou um girassol, você é meu sol


- Postado por: L&T! & C&L@h!!!!!!!! às 17h00
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Aiai, ja q naum pude i no show intaum fiko só cos meus cd´s.....Pra qm curte LP ae vai...

Linkin Park - One Step Closer

I cannot take this anymore
I’m saying everything I’ve said before
All these words they make no sense
I find bliss in ignorance
Less I hear the less you’ll say
But you’ll find that out anyway

I find the answers aren’t so clear
Wish I could find a way to disappear
All these thoughts they make no sense
I find bliss in ignorance
Nothing seems to go away
Over and over again

Just like before...

Everything you say to me
And I’m about to break
I need a little room to break
And I‘m about to break
Everything you say to me
And I’m about to break
I need a little room to break
And I‘m about to [Break]

These are the places where I can't feel
Torn from my body / My flesh it heals
During this night we can fall apart
[And I’m about to break]

Waiting alone I can not resist
Feeling this hate I have never missed
These are the memories
The reason to rip off my face

Fight and roaring
And roaring
And boring x 8

Shut up when I’m talking to you
Shut up
That’s over
Shut up when I’m talking to you
Shut up
That’s over
And I‘m about to break

Everything you say to me
And I’m about to break
I need a little room to break
And I‘m about to break
Everything you say to me
And I’m about to break
I need a little room to break
And I‘m about to break


Everything you say to me
Takes me one step closer to the edge
And I’m about to break
I need a little room to break
‘Cause I’m one step closer to the edge
And I‘m about to break
Everything you say to me
Takes me one step closer to the edge
And I’m about to break
I need a little room to break
‘Cause I’m one step closer to the edge
And I‘m about to...




- Postado por: L&T! & C&L@h!!!!!!!! às 21h20
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     Tecnologia, linguagem e comunicação 

    Vivemos na era da informação. O desenvolvimento de novas tecnologias permitem o contato entre pessoas, mesmo que estejam fisicamente distantes, acarretando mudanças nas formas como se interagem. Dentre os recursos que permitem esse contato destacam-se: correio eletrônico (ferramenta de comunicação escrita a distância via rede de computadores), listas de discussão ou fóruns (formadas por pessoas e grupos que têm como objetivo a discussão de um determinado assunto), chat (interface gráfico que possibilita conversa com diversas pessoas ao mesmo tempo), videoconferência (conferências que envolvem usuários fisicamente distantes, podendo envolver a transmissão e o recebimento de texto, som e imagem).

Os textos produzidos e publicados na internet, diferem dos textos publicados tradicionalmente, por serem escritos de forma mais aberta, hipertextual, conectada, utilizando diversos signos, aproximando texto e imagem, e associando-os ao contexto, o que permite a intervenção direta do usuário, que poderá levantar hipóteses, realizar inferências e seguir os "caminhos" que julgar pertinentes. Na produção de sentidos, a importância da clareza e da concisão ganham uma nova dimensão, em virtude da quantidade de informação veiculada, e da necessidade de se veicular informações de interesse relevante, ou seja, é primordial o fator da informatividade. Ao mesmo tempo, essa grande variedade de informações obriga o receptor a adquirir novas habilidades de leitura.

Faz-se necessária, assim, uma análise do alcance das novas tecnologias da informação e da comunicação na linguagem, já que elas próprias trazem outras linguagens, outros códigos que funcionam com a linguagem verbal, e novos conceitos como interação, interface, hipertexto, que exigem a reformulação de conceitos lingüísticos tradicionais.



- Postado por: L&T! & C&L@h!!!!!!!! às 14h53
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- Postado por: L&T! & C&L@h!!!!!!!! às 09h16
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Ai vai uma das minhas musics preferidas....(Celinhah)

Ls Jack

Amanhã Não Se Sabe


"Como as folhas com o vento
até onde vai dar o firmamento
toda hora enquanto é tempo
vivo aqui este momento

hoje aqui amanhã não se sabe
viva o agora antes que o dia acabe
este instante nunca é tarde
mal começou eu já estou com saudades

me abraça, me aceita
me aceita assim meu amor
me abraça, me beija
me aceita assim como eu sou
me deixa ser o que for

como as ondas com a maré
até onde não vai dar mais pé
este instante tal qual é
vivo aqui e seja o que Deus quiser

hoje aqui não importa pra onde vamos
vivo agora não tenho outros planos
e é tão fácil viver sonhando
enquanto isso a vida vai passando"



- Postado por: L&T! & C&L@h!!!!!!!! às 21h44
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A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO

 

Fernanda Antunes Caires
monitora do EGJ

 A música está sempre presente na vida das pessoas e, sem dúvida, é uma das mais antigas e valiosas formas de expressão da humanidade.

Desde pequeno, ou até mesmo antes de nascer, dentro do útero materno, a criança é sensível ao ambiente sonoro e responde a isso através de movimentos corporais. O ambiente sonoro, assim como a presença da música em diferentes e variadas situações do cotidiano fazem com que os bebês e as crianças iniciem seu processo de musicalização de forma intuitiva. Trabalhar com a música faz na educação é antes de tudo um fazer artístico, é mexer com a sensibilidade humana. Vários estudos comprovam a importância da música ao ser humano, especialmente às crianças, em fase de desenvolvimento e aprendizado do mundo, e aos adolescentes, como forma de expressar ou substituir a tão famosa "rebeldia" característica da idade. Os ganhos que a prática musical nesta fase proporcionam, seja pela expressão das emoções, pela sensibilidade, pela disciplina, pelo desenvolvimento do raciocínio, são valiosíssimos, e são para a vida toda.

A música é uma linguagem que, se compreendida desde cedo, ajuda o ser humano a expressar com mais facilidade suas emoções, sentimentos e principalmente a ser criativo.

O objetivo da musicalização infantil é contribuir na formação e desenvolvimento da personalidade do indivíduo, pela aplicação de cultura, ou enriquecimento da inteligência e pela evolução da sensibilidade musical.

Trabalhar com a música no cotidiano escolar significa ampliar a variedade de linguagens que podem permitir a descoberta de novos caminhos de aprendizagem. É possível que se desperte nos alunos outras formas de conhecer, interpretar e sentir.

Entretanto, apesar de a música ser apreciada pela maioria das pessoas, não é fácil trabalhar com ela na escola. Por exemplo, estudar história através da música vai muito além de ligar o rádio ou colocar um CD e ouvir distraidamente as canções. Para aprender história por meio da música é necessário criar procedimento adequados. È preciso que os alunos sejam orientados a ouvir atentamente os instrumentos, a melodia, a letra, percebendo as emoções que a música desperta.



- Postado por: L&T! & C&L@h!!!!!!!! às 11h57
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